Os melhores livros de Filosofia.

O livro da filosofia é aquele livro que vai te fazer entender os conceitos da filosofia de forma dinâmica e eficaz.
O livro traz uma coleção de ideias fundamentais para um mergulho no pensamento filosófico. Enganase quem pensa que por se tratar de uma compilação a abordagem é simplista e somente voltada a leigos: o livro é completo, instigante e oferece a leitores com diferentes perfis informação de qualidade em apresentação gráfica inovadora. Um verdadeiro convite ao exercício do pensar ― o verdadeiro objetivo da filosofia. Organizado de maneira sincrônica, o que permite cobrir da Antiguidade ao momento contemporâneo, o livro é composto por capítulos organizados em torno de máximas dos grandes expoentes da filosofia. A partir dessas máximas, o pensamento é destrinchado e posto em diálogo com as discussões do momento histórico em questão e com outras épocas e perspectivas. Assim, em único livro, visões e teorias conflitantes são postas lado a lado, mostrando que a prática da filosofia não se faz de pensamentos estáticos, mas de uma atividade cotidiana na qual se questiona o viver e suas contradições, expectativas e temores. O leitor terá a chance de perceber que a filosofia é, sim, um modo de pensar e estar no mundo, priorizando as principais características humanas: curiosidade, raciocínio e discernimento. Roland Barthes, um dos filósofos abordados, lembrou que “saber” e “sabor” partem de uma mesma etimologia e, portanto, caminham juntos. Se a busca pelo conhecimento deve trazer entusiasmo e alegria, O livro da filosofia nos oferece em abundância essas
recompensas.

“Este não é um livro sobre marketing. É um livro sobre a existência”, avisa o filósofo Luiz Felipe Pondé, logo na abertura de Marketing existencial. Seu objetivo não é indicar caminhos para o mercado, nem auxiliar os leitores a serem consumidores mais felizes. É analisar por que a produção de bens em nossa época foi, pouco a pouco, se confundindo com os anseios existenciais dos indivíduos e deixou de atender à mera satisfação de necessidades básicas. Neste século XXI, a difusão de “bens de significado” passa à vanguarda do mercado, conduzido por um “mar­keting existencial” que busca vender produtos não apenas materiais, mas, sobretudo, os imateriais, na forma de bálsamos para as angústias mais profundas das pessoas. Em sua provocante reflexão, o autor recorre à filosofia da existência – de Kierkegaard a Sartre, de Unamuno a Camus – para examinar como as questões essenciais dos seres humanos permanecem vivas e sem resposta, mesmo na “sociedade do cartão de crédito”.

 

Nietzsche foi um dos pensadores mais revolucionários da filosofia ocidental e, portanto, Zaratustra continua sendo sua obra mais influente. Ele descreve como o antigo profeta persa Zaratustra desce de sua solidão nas montanhas para dizer ao mundo que Deus está morto e que o Super-homem, a personificação humana da divindade, é seu sucessor. Com intensidade ardente, Nietzsche argumenta que o sentido da existência não deve ser encontrado em devoções religiosas ou submissão mansa, mas em uma força vital todo-poderosa: apaixonada, caótica e livre.
Esta lista não pode ignorar um dos principais filósofos do mundo, Michel Foucault (1926-1984). Vigiar e punir é um registro científico da evolução histórica da legislação criminal e dos métodos compulsórios e punitivos usados ​​pelas autoridades públicas para coibir o crime. Os métodos incluem violência física na instituição correcional.